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5 séries sul-africanas que você precisa assistir

As séries são dança política, balé de protesto, jogo de corrupção e tombos de desigualdade social.


Por FELIPE VIVEIROS*


Tjovitjo (2017 – )


Ambientada nas favelas de Johanesburgo, a produção tem como foco Isipatula, dança que surgiu nos anos 1950 à sombra do apartheid. Tjovitjo mergulha em questões como a desesperança da juventude, o aborto inseguro, abuso doméstico e mineração ilegal. A trama acompanha a vida dos artistas em sua rotina diária, mostrando o valor social da dança para manter a sanidade nas comunidades marginalizadas.


Trackers (2019 – )


Baseada no romance homônimo do premiado autor sul-africano Deon Meyer, Trackers aborda temas políticos e sociais como contrabando de diamantes, guerra de gangues e espionagem internacional. É a primeira coprodução entre o canal de TV M-Net e a rede Cinemax e tem impressionado como o programa de melhor desempenho da emissora local.



Diamond City (2020 – )


Produzida pela Quizzical Pictures, Diamond City explora a história da promotora pública mais conhecida da África do Sul que, em meio a uma investigação, é presa e tem que provar sua inocência. A profissional de justiça não só deve lutar por liberdade, mas também por sua própria vida enquanto cercada pelas pessoas que ela mesmo mandou para a cadeia. A produção explora política e as falhas do sistema judiciário sul-africano.



Queen Sono (2020 –2021)


Primeira série original africana da Netflix, com direção, cinematografia e sequências de ação de alto nível, a produção conta a história de uma agente secreta que enfrenta operações criminosas enquanto lida com crises em sua vida pessoal. Criada pelo versátil diretor Kagiso Lediga, os episódios levam você a uma viagem emocionante pelo continente, com locações na África do Sul, Nigéria, Quênia e Tanzânia.



Jiva! (2021 – )


Ambientada na cidade de Durban, a produção mostra a África do Sul pelos olhos de uma talentosa dançarina. A jovem precisa confrontar seus medos e lidar com questões familiares para alcançar seus sonhos. A série é dança política, balé de protesto, jogo de corrupção e tombos de desigualdade social. Ao mesmo tempo, de maneira astuta e divertida, dá espaço aos dramas de relacionamento, frenesi e vestidos de grife.


*Felipe Viveiros, graduado em Relações Internacionais pela PUC-SP, tem extensão universitária em Comunicação Empresarial pela Universidade da Colúmbia Britânica (Canadá) e é mestre em Relações Internacionais e Organização Internacional pela Universidade de Groningen (Holanda).

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